Quer entender a lógica por trás do jogo? Leia o artigo Lean IT no Service Desk: como dimensionar escala e fila.
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Objetivo. Você gerencia um Service Desk por 8 semanas. A meta é manter o SLA em 90% ou mais gastando o menos possível com agentes. Cortar agente economiza, mas a fila cresce e o SLA cai. O jogo é achar o ponto onde ainda dá conta.
O que acontece na tela. Os tickets chegam seguindo o padrão de um Service Desk real (pico de manhã e à tarde, menos na sexta, quase nada no fim de semana). O N1 tenta resolver. O que ele não resolve vai para o N2 e depois para o N3. Parte dos tickets fica aguardando resposta do usuário ou de terceiros, e nesse tempo não ocupa agente. Cada ponto colorido é um agente (cheio = atendendo, vazio = livre). Os quadrados são a fila, e ficam vermelhos quando ela passa de 120.
Passo a passo.
Dicas. Mude uma coisa por vez e deixe passar um ou dois dias antes de concluir. A fila de um nível costuma aparecer um ou dois dias depois do corte. Pense no pico (segunda de manhã) e não só na média. O N1 trabalha folgado, então procure o limite pelos outros níveis.
Os dados de chegada, mix de tickets, escala base e esperas vêm de uma operação real, só em números agregados. Tempos de atendimento de N2 e N3, custos por hora, meta de 90%, efeito do Kaizen e eventos são parâmetros do jogo, não medidas. O tamanho do incidente maior (300 chamados ligados) tem base nos dados agregados, onde incidentes maiores chegaram a ter de 100 a mais de 400 chamados ligados. Como o simulador tem sorteio, o mesmo plano dá resultados parecidos mas não idênticos em outra semente.